REDES SOCIAIS
CONTACTOS
MENU
geral@ativoemcasa.pt 93 360 54 49

Ativo em Casa, as origens na primeira Pessoa

Caros Leitores, visitantes do Site da Ativo em Casa: Venho do presente modo explicar-vos a origem da Ativo em Casa ®. e antes de o fazer faz todo o sentido apresentar o meu percurso de vida profissional, que levou a querer trabalhar com e para a população sénior portuguesa. Concluí o Mestrado Integrado em Psicologia, na Universidade de Lisboa, no ano de 2009. Trabalho junto da população Sénior cerca de 8 anos, iniciando o meu trajeto no Programa “Mais Voluntariado, Menos Solidão” da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, enquanto ainda estudante universitária. Neste voluntariado, deslocava-me ao domicílio de uma senhora invisual com o objetivo de a apoiar na realização de tarefas ao longo do dia (ex. pagamento de contas) ou simplesmente fazer-lhe companhia. A senhora apesar de ter idade avançada demonstrou-me que envelhecer podia ser muito mais do que imaginava. Podia ser uma constante aprendizagem! Sendo idosa e invisual ela tinha telemóvel, computador, saía à rua sozinha e tinha um espírito incrível. Era a definição viva de Envelhecimento Ativo, principalmente no sentido de contornar as dificu®des. Lembro-me que a levei pela primeira vez a uma cadeia de fastfood e deixei-a completamente “viciada”. Tinha vontade de experimentar tudo e sempre de forma muito intensa. A relação foi de tal forma que ainda hoje mantemos contacto e ela continua a adaptar-se às suas “maleitas” e a seguir a sua vida o melhor que pode. Um exemplo de mulher! A experiência no Projeto Mais Voluntariado Menos Solidão foi tão marcante que decidi trabalhar com a população sénior para o resto da minha vida. Quando houve novamente disponibilidade para fazer mais voluntariado, decidi fazê-lo no Projeto Viver Saudável dos Médicos do Mundo. Neste projeto desenvolvi atividades em grupo junto dos utentes. Das atividades desenvolvidas destaco a aplicação de um Programa de Desenvolvimento do Sentido de Humor da autoria de Begonha Laurauri, Docente da Universidade de Valladolid, Espanha. Neste período de voluntariado no Projeto Viver Saudável realizei a minha tese de mestrado, onde os utentes foram os participantes do estudo. Percebi a importância do apoio de pares para uma comunidade. Mais do que para irem assistir às atividades, os participantes do Projeto iam pela companhia e entreajuda. A escrita de uma tese sobre envelhecimento, permitiu-me aprofundar os meus conhecimentos e deslumbrar-me mais com a temática. Se antes desta experiência tinha certezas da paixão que sentia pelo trabalho com seniores, depois as certezas passaram a certezas absolutas! O meu primeiro emprego junto dos seniores foi como Animadora Sociocultural em três lares de idosos, neste contexto desenvolvi e aprofundei atividades de estimulação cognitiva e projetos, nomeadamente um projeto intergeracional entre o Lar e uma escola. Em pleno exercício de funções de animação sociocultural, fui convidada para o cargo de Diretora Técnica numa das instituições. Trabalhei como Diretora técnica durante 3 anos, e apesar de sentir que desempenhava um bom trabalho, a falta do contacto e do desenvolvimento de atividades diretamente com os utentes das instituições, angustiava-me. Sentia que era o motor que fazia o Lar funcionar mas não experienciava a energia libertada deste funcionamento. Tinha uma “secretária” a separar-me dos utentes. Decidi então que deveria fazer algo que me trouxesse a satisfação que tinha sentido antes, peguei no projeto da Ativo em Casa, que se encontrava na gaveta à 5 anos, e consistia no meu ideal de apoio a desenvolver junto dos seniores. Inscrevi-me no Executive Master os Applied Positive Psichology para aprofundar conhecimentos a transportar para a empresa, saí do local onde trabalhava e “lancei-me”! Peguei em todos os conhecimentos que tinha adquirido ao longo destes anos de trabalho e estudo e decidi criar uma empresa de estimulação do envelhecimento ativo através do acompanhamento psicológico do sénior. Como não existe nenhuma empresa desta envergadura em Portugal, a Ativo em Casa foi desenvolvida de raiz por mim e de acordo com os conhecimentos sobre o que se faz em todo o mundo. Uma vez que a empresa é dirigida aos seniores portugueses foi feito um estudo junto desta população em três Universidades Sénior de Lisboa, às quais desde presto o meu agradecimento: Academia Sénior da Cruz Vermelha; Universidade Sénior da Associação Nacional de Professores e Universidade Internacional para a Terceira Idade. Sempre que questionei as pessoas, estas relataram a importância da existência de uma empresa como a Ativo em Casa em Lisboa para o desenvolvimento de Atividades que estimulem o bem-estar dos seniores portugueses, logo a aceitação por parte da População Alvo foi muito positiva. A Ativo em Casa tem tudo para ser uma empresa de sucesso em Portugal. Agora diga-me de que está à espera e contacte-me, certamente energia, paixão, conhecimento e sobretudo profissionalismo não me vão faltar. Diana Tavares

NOTÍCIAS

REDES SOCIAIS
CONTACTOS
MENU
geral@ativoemcasa.pt 93 360 54 49

Ativo em Casa, as origens na primeira

Pessoa

Caros Leitores, visitantes do Site da Ativo em Casa: Venho do presente modo explicar-vos a origem da Ativo em Casa Lda. e antes de o fazer faz todo o sentido apresentar o meu percurso de vida profissional, que levou a querer trabalhar com e para a população sénior portuguesa. Concluí o Mestrado Integrado em Psicologia, na Universidade de Lisboa, no ano de 2009. Trabalho junto da população Sénior cerca de 8 anos, iniciando o meu trajeto no Programa “Mais Voluntariado, Menos Solidão” da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, enquanto ainda estudante universitária. Neste voluntariado, deslocava-me ao domicílio de uma senhora invisual com o objetivo de a apoiar na realização de tarefas ao longo do dia (ex. pagamento de contas) ou simplesmente fazer-lhe companhia. A senhora apesar de ter idade avançada demonstrou-me que envelhecer podia ser muito mais do que imaginava. Podia ser uma constante aprendizagem! Sendo idosa e invisual ela tinha telemóvel, computador, saía à rua sozinha e tinha um espírito incrível. Era a definição viva de Envelhecimento Ativo, principalmente no sentido de contornar as dificuldades. Lembro-me que a levei pela primeira vez a uma cadeia de fastfood e deixei-a completamente “viciada”. Tinha vontade de experimentar tudo e sempre de forma muito intensa. A relação foi de tal forma que ainda hoje mantemos contacto e ela continua a adaptar-se às suas “maleitas” e a seguir a sua vida o melhor que pode. Um exemplo de mulher! A experiência no Projeto Mais Voluntariado Menos Solidão foi tão marcante que decidi trabalhar com a população sénior para o resto da minha vida. Quando houve novamente disponibilidade para fazer mais voluntariado, decidi fazê-lo no Projeto Viver Saudável dos Médicos do Mundo. Neste projeto desenvolvi atividades em grupo junto dos utentes. Das atividades desenvolvidas destaco a aplicação de um Programa de Desenvolvimento do Sentido de Humor da autoria de Begonha Laurauri, Docente da Universidade de Valladolid, Espanha. Neste período de voluntariado no Projeto Viver Saudável realizei a minha tese de mestrado, onde os utentes foram os participantes do estudo. Percebi a importância do apoio de pares para uma comunidade. Mais do que para irem assistir às atividades, os participantes do Projeto iam pela companhia e entreajuda. A escrita de uma tese sobre envelhecimento, permitiu-me aprofundar os meus conhecimentos e deslumbrar-me mais com a temática. Se antes desta experiência tinha certezas da paixão que sentia pelo trabalho com seniores, depois as certezas passaram a certezas absolutas! O meu primeiro emprego junto dos seniores foi como Animadora Sociocultural em três lares de idosos, neste contexto desenvolvi e aprofundei atividades de estimulação cognitiva e projetos, nomeadamente um projeto intergeracional entre o Lar e uma escola. Em pleno exercício de funções de animação sociocultural, fui convidada para o cargo de Diretora Técnica numa das instituições. Trabalhei como Diretora técnica durante 3 anos, e apesar de sentir que desempenhava um bom trabalho, a falta do contacto e do desenvolvimento de atividades diretamente com os utentes das instituições, angustiava-me. Sentia que era o motor que fazia o Lar funcionar mas não experienciava a energia libertada deste funcionamento. Tinha uma “secretária” a separar-me dos utentes. Decidi então que deveria fazer algo que me trouxesse a satisfação que tinha sentido antes, peguei no projeto da Ativo em Casa, que se encontrava na gaveta à 5 anos, e consistia no meu ideal de apoio a desenvolver junto dos seniores. Inscrevi-me no Executive Master os Applied Positive Psichology para aprofundar conhecimentos a transportar para a empresa, saí do local onde trabalhava e “lancei-me”! Peguei em todos os conhecimentos que tinha adquirido ao longo destes anos de trabalho e estudo e decidi criar uma empresa de estimulação do envelhecimento ativo através do acompanhamento psicológico do sénior. Como não existe nenhuma empresa desta envergadura em Portugal, a Ativo em Casa foi desenvolvida de raiz por mim e de acordo com os conhecimentos sobre o que se faz em todo o mundo. Uma vez que a empresa é dirigida aos seniores portugueses foi feito um estudo junto desta população em três Universidades Sénior de Lisboa, às quais desde presto o meu agradecimento: Academia Sénior da Cruz Vermelha; Universidade Sénior da Associação Nacional de Professores e Universidade Internacional para a Terceira Idade. Sempre que questionei as pessoas, estas relataram a importância da existência de uma empresa como a Ativo em Casa em Lisboa para o desenvolvimento de Atividades que estimulem o bem-estar dos seniores portugueses, logo a aceitação por parte da População Alvo foi muito positiva. A Ativo em Casa tem tudo para ser uma empresa de sucesso em Portugal. Agora diga-me de que está à espera e contacte- me, certamente energia, paixão, conhecimento e sobretudo profissionalismo não me vão faltar. Diana Tavares

ATIVOemCASA